um mapa com máquina fotográfica, computador e o texto o mapa não é território

O Mapa não é o TERRITÓRIO

“Eu sou parte de tudo o que conheci. ” – Alfred Lord Tennyson

O que as pessoas dizem não é necessariamente o que fazem e dificilmente reflete tudo o que pensam. Quando mergulhamos em seus universos, não estamos atrás de respostas diretas, mas das PERGUNTAS CORRETAS e como respondê-las com uma proposta de design mais assertivo.

Por natureza somos incapazes de verbalizar tudo o que pensamos. O caminho que as informações percorrem em nosso cérebro inclui perdas de significado e precisão. A mente mapeia a realidade com base em estruturas de delimitação: neurológicas, culturais e individuais. Essas restrições são físicas (os cinco sentidos e como percebemos o mundo) e também culturais dependendo do modo como somos criados, a nossa realidade de vida em sociedade.

Nosso cérebro está programado para nos proteger de uma sobrecarga de informações. Um estudo do Salk Institute, na Califórnia, revelou que somente entre 10% e 15% das informações que recebemos são de fato transmitidas adiante pelas sinapses. Isso quer dizer que grande parte do que consumimos ou que nossos canais cognitivos captam é eliminado antes mesmo de ser propagado. Nosso cérebro usa um “filtro de relevância” para decidir o que é importante. Nesse filtro entram desde crenças, valores, gostos, contextos e experiências vividas. A mente humana é complexa. Um mesmo quadro ou imagem pode ser percebido de formas muito diferentes por duas pessoas dependendo do contexto e das experiências que vivem.

Ok, mas o que isso tem a ver com o Design? Tudo. Você precisa conhecer muito bem o contexto em que seu público-alvo está inserido para conseguir que seu marketing tenha o resultado esperado. Conhecer a realidade em que ele está e como vivencia as experiências é o primeiro passo para um planejamento de comunicação que tenha sucesso.

O mapa não é o território mas uma representação dele. Para entender o território você tem que vivenciá-lo, conhecer os indivíduos que ali habitam, fazer parte da comunidade, conhecer sua linguagem falada e também suas “gírias” e cultura. A melhor forma de conseguir isso é fazendo pesquisas! Pergunte, peça ajuda, questione seus gostos e suas “dores” e como você pode ajudar a minimizar essas dores com seu produto ou serviço.

Deixe nos comentários suas impressões sobre esse assunto. Tem alguma dúvida de como essas pesquisas e um planejamento pode ajudá-lo na sua divulgação online? Vamos conversar sobre esse assunto!.
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*Fonte: Design Thinking Brasil.

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